Surfland Brasil traz Wavegarden Cove, Gabriel Medina e compartilhamento em foco

Lançamento oficial da Surfland Brasil ocorreu no último sábado (08), em Garopaba, Florianópolis. A festa reuniu Gabriel Medina, Carlos Burle, Fábio Gouveia, Renan Rocha, entre outras personalidades do surfe; além dos empresários e idealizadores do projeto André Giesta, Luciano Faraco e Fernando Odriozola, fundador e CEO da tecnologia Wavegarden.

“Uma história repleta de capítulos”. Assim define Luciano Faraco, diretor comercial do empreendimento que é assinado pela Giesta Incorporadora, de André Giesta.

O empreendimento, que reúne condomínio em regime de multipropriedade, lazer completo, skatepark, gastronomia e a Wavegarden Cove, tem prazo de entrega previsto para 48 meses.

As ondas da Surfland Brasil

A Surfland Brasil, com tecnologia Wavegarden Cove, permitirá gerar ondas de 150 metros de comprimento, de sete tipos diferentes (cavada, cheia, grande, média, pequena, etc), em uma média de 900 ondas por hora, sendo 450 para direita e 450 para esquerda.

Em uma área de 25 mil m², a piscina de ondas pode ser comparada a 20 olímpicas. A tecnologia foi desenvolvida pela espanhola Wavegarden, fundada pelo surfista e engenheiro Fernando Odriozola, que ficará responsável pela instalação e manutenção.

“Nós tivemos um sonho há 15 anos de levar o surfe para todos os lugares e todas as pessoas. De algum modo, hoje percebo que esse sonho se tornou realidade”

Fernando Odriozola

Condomínio em regime de multipropriedade

De acordo com André Giesta, a multipropriedade foi a forma encontrada para tornar o sonho uma realidade para grande parte dos surfistas brasileiros.

“A multipropriedade foi o meio encontrado para tornar acessível a compra de um apartamento na Surfland Brasil, já que há um alto custo de manutenção quando se trata de uma piscina de ondas como essa e toda a infraestrutura que o resort oferece.”

“Portanto, através do compartilhamento encontramos um jeito de fazer com que a ‘matemática’ se tornasse viável, gerando um modelo acessível”, diz Giesta.

Maquete eletrônica do projeto em Garopaba. Divulgação.

“O grande diferencial da Surfland Brasil é que conseguimos atingir não só a classe alta, mas também a média. De uma forma impactante, ambientalmente correta, sustentável, e, principalmente, nessa cidade, que é uma das ‘mais surfe’ do Brasil.” Finaliza.

“Essa questão me toca muito por um lado, mas costumo dizer que certas coisas são inevitáveis. Substituir o mar é algo impossível na minha visão. Acho sim que corremos o risco de no futuro termos gerações de surfistas de piscinas de onda, mas mudar o esporte em si não acredito.”

Luciano Faraco, diretor comercial Surfland Brasil

Quando custa o investimento fracionado e como vai funcionar o uso da Wavegarden

O primeiro lote para vendas, que, de acordo com Faraco, está praticamente esgotado, é vendido da seguinte forma:

Primeiro andar – 15% de sinal dividido em até três vezes, mais 57 parcelas de R$ 1.267,00.

Segundo andar – 15% de sinal, em até três vezes, mais 57 parcelas de R$ 1.709,00.

Cada fração adquirida por proprietário dá direito a 14 dias por ano – dividido em duas etapas (uma semana na baixa temporada e outra na alta) – de uso do apartamento.

Serão oferecidas duas sessões de surfe por dia (uma na direita e outra na esquerda) para cada membro surfista da família proprietária do apartamento. Há também a possibilidade de comprar mais duas sessões diárias de surfe na piscina.

A taxa de condomínio deve ser em torno de 230 a 250 reais mensais, por fração.

É possível comprar até 25 frações das 26 disponíveis em cada apartamento, já que uma delas é reservada à administração do resort.

“Precisaremos fechar a Surfland Brasil duas semanas por ano para manutenção geral então temos uma cota reservada para esse momento. Portanto, você pode comprar um cota ou vinte e cinco.” Explica Giesta.

Por que Garopaba?

Há algumas piscinas de ondas espalhadas ao redor do globo. Surf Snowdonia, por exemplo, além de ser a primeira piscina de ondas aberta ao público do mundo, está localizada na região do País de Gales, Reino Unido, local em que a prática do surfe é praticamente nula devido a ausência de picos de surfe.

Outro exemplo é a piscina de Austin, no Texas, onde o Oceano está a boas milhas de distância.

É no mínimo curioso que haja uma piscina de ondas, por mais verossímil que sejam elas, em um local conhecido nacionalmente por oferecer inúmeros picos de surfe de qualidade. Certo? Afinal, Garopaba abriga as praias da Ferrugem, Rosa, Vermelha, Silveira, Siriú, Ouvidor e Barra. Só para citar alguns…

Por outro lado, os empresários e idealizadores acreditam que o local torna o empreendimento ainda mais especial.

“Moro em Garopaba há quatorze anos, aqui tem altas ondas, surfo quase todos os dias. Amo estar aqui.. Imagina vir a um lugar que, além de ter altas ondas, há um parque com ondas perfeitas, todos os dias? Não pode ser melhor.” Diz Giesta.

“Ninguém quer ir pra um lugar que não tem nada para fazer, que não é legal, interessante”, completa.

“Criamos um cluster, ele poderia estar em qualquer outro lugar, mas nosso modelo de negócio começou a se desenhar a partir de Garopaba, então o destino para nós é de fato o core business”. Diz Faraco.

Planos futuros – piscinas ao redor do país e o esporte aprimorado?

“Temos a ambição de tornar a Surfland algo como um dos maiores e melhores centros de treinamento de surfe. Atualmente, já somos milhões de surfistas no Brasil e com a piscina conseguiremos atender até 200 mil sessões de surfe por ano”, diz o incorporador.

“A tendência é criarmos várias Surfland’s pelo Brasil, tornando a prática do esporte cada vez mais inclusiva e difundida”, finaliza Giesta.

As piscinas de onda, podem algum dia ‘descaracterizar’ de alguma forma o surfe como é conhecido e praticado hoje?

Diversos surfistas e formadores de opinião, especialmente quando a tecnologia começou a ser difundida e aplicada, começaram a questionar se as piscinas de onda e o movimento de inovação por trás delas, acabaria descaracterizando, de alguma forma, o surfe como é conhecido e praticado.

Sabe-se que o mar é insubstituível e a prática do surfe envolve muito mais do que ficar em pé em cima de uma prancha, deslizando e deferindo manobras, sejam elas quais forem.

Surfar no oceano envolve questões que ultrapassam a prática em si como superação, espírito de liberdade e talvez o mais enriquecedor e mágico sentimento, a interação com a Natureza.

De acordo com o diretor comercial, o objetivo da Surfland Brasil está longe de substituir de alguma forma o surfe praticado no Oceano.

“Essa questão me toca muito por um lado, mas costumo dizer que certas coisas são inevitáveis. Substituir o mar é algo impossível na minha visão. Acho sim que corremos o risco de no futuro termos gerações de surfistas de piscinas de onda, mas mudar o esporte em si não acredito.”

Na visão de Luciano as piscinas são complementares ao surfe praticado na Natureza. “Acredito que o que vai acontecer é que quando alguém começar a surfar bem na piscina vai se aventurar no mar já com mais confiança e poder aprender e aprimorar muito mais rápido, mas jamais vai haver uma substituição”. finaliza.

Veja algumas imagens do projeto:

Créditos das Imagens: Divulgação / Surfland Brasil / Nave Comunica.

por Janaína

A jornalista viajou a convite da Surfland Brasil.

Autor: origemsurf

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6 Comentários

  1. Demais. Super projeto. Não tem como ficar fora dessa. Esperando ansioso para surfar essas ondas.

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    • Oi, Marcio! Realmente o projeto é surpreendente e por favor, quando surfar não esqueça de voltar aqui e contar pra gente. Até lá, vamos acompanhar as atualizações, construção, tudo sobre essa piscina de ondas! Um baita momento para o surfe, sem dúvida! Valeu pelo comentário e boas ondas 🙂

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    • Olá Bom Dia ! Sou De Fortaleza-Ceará e me Chamo Mac Sandro sou Corretor de Imóveis e tenho interesse em vender esse Pedaço de Paraíso aqui na minha Terrinha. Como faço para pegar informações.

      Grato, Alohaa!

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      • Oi, Sandro, tudo bem? Aconselho você entrar em contato com a Surfland (contato@surflandbrasil.com.br ) eles devem saber como te direcionar neste caso 🙂 Boa sorte!!

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  2. OLÁ , NOS 14 DIAS QUE TENHO DE ESTADIA, COMO MENCIONADO, GOSTARIA DE SABER SE EU POSSO ALUGAR MEUS DIAS DE DIREITO NO PLANO.

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    • Oi, Fábio, um boa pergunta! Eu acredito que como proprietário do imóvel você pode fazer “uso” dele como bem quiser. Porém, seria mais prudente você entrar em contato com a equipe da Surfland e checar essa informação, já que é uma “contratual”… obrigada!! jana

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