“É inadmissível que o Brasil, com o potencial que tem de atletas, eventos e fãs no surfe masculino, não tenha isso também no feminino. Uma das diretrizes da World Surf League é para que os escritórios regionais fomentem a realização de mais eventos para as meninas, desde a base com a categoria Pro Junior. Precisamos de mais etapas com status QS 1000, QS 1500, QS 3000, para que novas surfistas conquistem pontos para participar dos eventos mais importantes, os QS 6000 e QS 10000, que decidem as vagas para o CT”. Xandi Fontes, diretor geral da WSL na América do Sul.